É bastante comum nos pais o desejo de amealhar patrimônio para assegurar uma vida tranqüila para seus filhos.
Esse desejo é louvável, mas não pode ser levado a extremos.
Sabe-se que os Espíritos nascem na Terra para aprender as lições de que necessitam.
Entretanto, eles não são da Terra.
Ao final da experiência terrena, não podem conduzir consigo nada do que seja material.
Apenas virtudes, conhecimentos e mérito de boas ações praticadas constituem o patrimônio que conseguem levar.
De outro lado, o mal feito, o bem não realizado e as injustiças não impedidas, embora podendo, representam uma pesada carga para a consciência.
Embora o patrimônio material seja relevante, a herança mais importante que os pais podem deixar é outra.
Essa herança consiste nas lições de vida reta e nos exemplos de solidariedade e compaixão.
Em termos de vida imortal, não tem sentido querer tornar os filhos ricos, mas egoístas.
A riqueza freqüentemente muda de mãos.
As empresas mais sólidas vão à falência.
A vontade de um homem é impotente para conservar nas mãos de seus filhos a fortuna que construiu.
Se a Providência Divina decidir que os herdeiros devem experimentar a prova da miséria, eles a experimentarão.
Tudo o que compõe o mundo pertence a Deus.
O homem é mero usufrutuário, mais ou menos fiel, conforme compreende a finalidade do que lhe vem às mãos.
Os bens materiais são sempre instrumentos, neutros em sua essência.
Os pais devem ser conscientes de que sua tarefa não consiste apenas em educar os filhos para que sejam felizes, segundo os padrões mundanos.
O sucesso material pode ser efêmero e enganoso.
Para ser bem sucedido na tarefa paterna, é preciso ciência de que se está a educar Espíritos para Deus.
O mundo tem sua importância e representa variados desafios.
É válido e necessário estudar, trabalhar e esforçar-se para viver bem.
Só não vale a pena perder o foco e inverter os valores.
Assim, ensine seu filho a valorizar todos os bens que a família possui.
Diga-lhe que deve estudar e ser um excelente profissional.
Oriente-o para ser responsável e jamais se converter em um peso para os semelhantes.
Diga-lhe da prudência e o ensine a ser moderado em gastos, desfrutes e paixões.
Mas também o eduque para ser bondoso e solidário.
Mostre-lhe que é sublime prestar serviços desinteressados, dar para quem não pode retribuir, gastar tempo com os enfermos e idosos.
Ao assim agir, você colaborará para que seu filho se torne um ser humano de qualidade.
Se a vida mais tarde resolver experimentá-lo, ele terá méritos e valores para se sair bem.
Não achará que a riqueza diz do valor de um homem e não se imaginará sem valia por enfrentar dificuldades materiais.
Pense nisso.
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Redação do Momento Espírita
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008
TRANSMISSÃO DA RIQUEZA
Postado por Luiz Felipe às 20:33 0 comentários
PROVA SUTIL
"À sétima vez disse: Eis que se levanta do mar uma nuvem pequena como a palma da mão do homem" •( 1 Reis 18.44)
Israel vinha sofrendo com uma seca havia três anos. O servo de Elias observou a terra rachada sob um céu sem nuvens, e não havia sinal de mudança. No entanto, Elias, que orava no Monte Carmelo, insistiu que a chuva estava próxima. Pela sétima vez naquela tarde, seu servo observou, obedientemente, o horizonte.
Quando ele avistou uma pequena nuvem, Elias viu nela o mover de Deus e foi avisar o rei de que a chuva estava a caminho. O profeta precisava de uma pequena evidência da ação de Deus, pois já esperava por ela.
Pensando em Elias, refleti: Teria eu enviado um aviso de tempestade ao rei com base apenas numa pequena nuvenzinha?
É improvável. Eu teria esperado que muitas nuvens escuras surgissem antes de proclamar minha fé de que Deus estava respondendo à oração.
Quantas vezes negligenciei a obra de Deus à minha volta porque parecia muito pequena?
Quando oro por situações desesperadoras, a resposta, em geral, surge de maneira sutil: uma palavra gentil de um colega rude, uma resposta respeitosa de uma criança difícil, uma noite de sono profundo para uma mente ou corpo cansado.
Quero ser mais como Elias. Quero orar fielmente pela ajuda de Deus e reconhecê-la prontamente quando ela vier. Quanto mais cedo reconhecer a ação do Senhor em minha vida, mais cedo verei a mudança.
: Amado Deus, mostra-nos as maneiras por meio das quais estás agindo, tanto as grandes quanto as pequenas. Quando virmos as obras das Tuas mãos, ajuda-nos a declarar a Tua bondade aos outros. Em nome de Jesus. Amém.
A menor mudança pode ser sinal do começo de um milagre.
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JOLYNNE KEOUGH (CALIFÓRNIA, EUA)
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Postado por Luiz Felipe às 20:16 0 comentários
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
SEMPRE MELHOR
Não se diga pior em momento algum.
Se você já consegue escutar com paciência nas horas difíceis...
Se você silenciar a própria irritação nas horas amargas...
Se tem ânimo para sofrer sem lamentação...
Se já suporta os problemas da própria casa, procurando solucioná-los sem zedume e sem queixa...
Se tem força para para calar esse ou aquele assunto infeliz...
Se respeita a liberdade dos outros...
e aguenta a visita da enfermidade sem alarmar o ambiente onde se encontre...
Se desculpa ofensas reconhecendo que somos também capazes de ofender...
Se procura o trabalho com alegria...
Se confia em Deus e espera por Deus, sem desesperar, sejam quais forem as circunstâncias da vida...
ENTÃO, VOCÊ JÁ TERÁ MELHORADO MUITO E PROSSEGUIRÁ SEMPRE MELHOR.
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EMMANUEL & CHICO XAVIER
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Postado por Luiz Felipe às 00:05
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
OS SAPATOS DA FELICIDADE

"Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes" (Mateus 25:40).
Em um fascinante poema de Edwin Markham, "Os Sapatos da Felicidade," Conrad, o velho sapateiro, sonhou uma noite que o Mestre viria visitá-lo.
Logo nos primeiros minutos do dia, ele levantou e decorou toda a sua pequena loja com flores brilhantes e alegres e esperou. Quando o mestre chegasse, ele lavaria os Seus pés e beijaria Suas mãos onde os cravos perfuraram. Mas o Mestre não veio.
Um mendigo entrou na loja e Conrad deu a ele um par de sapatos.
Uma velha mulher entrou também na loja.
Andava curvada devido a um pesado saco que trazia em suas costas. Ele retirou aquela pesada carga de seus ombros e deu-lhe comida para reanimar suas forças.
Finalmente, pouco antes do dia dar lugar à escuridão, um pequeno menino entrou na loja. Seus olhos estavam molhados de lágrimas. Conrad pegou-lhe pela mão e levou-o de volta até sua mãe.
Mas o convidado divino não veio. Então, no silêncio da noite, ele ouviu uma voz suave e meiga: "Alegre o seu coração. Eu mantive minha palavra. Três vezes Eu vim até sua porta amorosa. Três vezes minha sombra estava em seu chão. Eu era o mendigo com feridas nos pés, eu era a mulher que você alimentou, eu era a criança perdida na rua."
Como é maravilhoso saber que estamos entre os filhos amados de Deus. Nosso coração se enche de gozo e felicidade porque sabemos que o Senhor está ao nosso lado, cuidando de nossas vidas, guardando-nos de todo mal, suprindo todas as nossas necessidades, fortalecendo-nos nos momentos de fraqueza espiritual, ajudando-nos a vencer cada uma de nossas lutas.
Ele está sempre ao nosso lado e podemos vê-lo em cada uma de nossas atitudes cristãs. Quando estendemos nossa mão para atender um irmão necessitado, também temos os nossos "sapatos da felicidade".
Quando encontramos uma pessoa angustiada e passando por grandes lutas e oferecemos um ombro amigo e uma palavra de encorajamento, os nossos "sapatos da felicidade" brilham um pouco mais.
Quando aprendemos a doar um pouco de nós para o nosso próximo, em vez de pensar apenas em nossos interesses pessoais, o nome do Senhor é glorificado e os nossos "sapatos dançarão de felicidade".
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Paulo Barbosa
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Postado por Luiz Felipe às 23:58 0 comentários
terça-feira, 18 de novembro de 2008
BÚSSOLA DA ALMA

Surge a prece na existência terrestre como chave de luz inspirativa descerrando
as trilhas que parecem impedidas aos nossos olhos.
Ensina sempre no silêncio da alma e, quando não resolve os problemas
ou não afasta o sofrimento, ilumina a mente e fortalece a resignação.
Contacto com o Infinito, toda oração sincera significa mensagem com endereço exato,
e se, por vezes, flutua entre riso e pranto, termina sempre por elevar-se aos páramos superiores
onde já não existem temporàriamente nem alegria nem dor, apenas paz da alma.
Oração é diálogo.
Quem ora jamais monologa.
Até a petição menos feliz tem a resposta que lhe cabe, procedente das sombras.
Atende aos compromissos na hora certa.
A pontualidade é o fiel moral na balança do tempo.
Dá e receberás.
Auxilia e alguém te auxiliará.
Existe a caridade como receita ideal para todos os males.
A imparcialidade de julgamento há de começar em nós, com a benevolência para com os outros e severidade para nós mesmos.
Quais são os pontos de contacto de sua vida com a verdade?
Que relação existe entre você e o mundo espiritual?
Expressa a exemplificação o conjunto dos reflexos de nossos atos. Toda opinião retrata o opinador.
Constitui a vida uma longa viagem em demanda aos portos da felicidade perfeita.
A prece é a bússola que nos coloca sob a direção do Senhor, cujas mãos devem pousar no leme da embarcação do destino.
Ora sempre e o barco dos teus dias nunca se transviará sob as nuvens das trevas.
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-Bezerra de Menezes
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Postado por Luiz Felipe às 20:47
SER FELIZ
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma e agradecer a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar "eu errei".
É ter ousadia para dizer "me perdoe".
É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você".
É ter capacidade de dizer "eu te amo".
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz...
E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo, pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que...
Ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo!!!
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível.
E você é um ser humano especial!
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Desconheço a autoria
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Postado por Luiz Felipe às 20:41 0 comentários
A ORIENTAÇÃO DE DEUS
"Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma". . (Salmos 42.1)
Os cervos, cinco ao todo, entraram pelo portão aberto de nosso grande jardim todo cercado. Comeram as sobras da estação e partiram, menos um jovem cervo, que continuou a se banquetear.
Quando se deu conta de que tinha sido deixado para trás, ficou confuso e começou a correr por todo lado, à procura dos outros.
Em sua ansiedade, não conseguia encontrar o portão. Várias vezes se jogou contra a cerca, caindo de volta no que deve ter lhe parecido uma armadilha, uma prisão, uma gaiola.
Então, uma cerva voltou até a cerca, pelo lado de fora. Andando junto à lateral do cercado, ela conduziu o menor até o portão, até a liberdade e para seu alegre reencontro.
Nosso Deus faz algo semelhante conosco.
Nós nos deixamos prender, ficamos separados, perdidos, assustados e ansiosos, sem saber onde estamos, sem conseguir estar onde queremos.
Lançamo-nos contra muros que não se quebram, barreiras que não conseguimos subir, obstáculos que não podemos saltar apenas para sermos lançados de novo nas prisões em que entramos.
Então, Aquele que Se preocupa conosco vem para nos mostrar como sair. Ele caminha conosco, demonstrando cuidado, preocupação e amor, para que possamos experimentar a liberdade.
Deus nos procura, nos guia para casa e partilha conosco a alegria do reencontro.
: Senhor Deus, protege-nos do perigo ao colocarmos nossa vida sob os Teus cuidados. Consola-nos em nosso medo e resgata-nos de nossas prisões. Em nome de Jesus. Amém.
Quando estamos perdidos, Deus vem em nossa procura.
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Douglas N. Akers (Nova York, EUA)
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Postado por Luiz Felipe às 20:27 1 comentários
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
O VERDADEIRO PODER
Era uma vez um jovem guerreiro famoso por sua invencibilidade.
Era um homem cruel e, por isso, temido por todos.
Quando se aproximava de uma aldeia, os moradores abandonavam suas casas, e fugiam para as montanhas, porque sabiam que ele não poupava nada, nem ninguém.
Certo dia, ele e seu exército aproximaram-se de uma aldeia na qual vivia um sábio ancião.
Todos os habitantes fugiram assustados, menos ele.
O guerreiro entrou na vila e, como de costume, incendiou casas e matou os animais que encontrou.
Logo chegou à casa do sábio, que permanecia em pé ao lado da porta de entrada, serenamente.
Quando eles se encontraram, o guerreiro impiedoso disse-lhe que seus dias haviam chegado ao fim, mas que, no entanto, iria lhe conceder um último desejo antes de passá-lo pelo fio de sua espada.
O velhinho, sem alterar o seu semblante, disse-lhe que precisava que o guerreiro fosse até o bosque e que ali cortasse um galho de árvore.
O jovem achou aquilo uma grande besteira, mas decidiu atendê-lo, entre gargalhadas e deboches.
Foi até o bosque e com um único golpe de espada cortou um galho de árvore.
"Muito bem." - disse o ancião, quando o guerreiro voltou - "quero saber agora se o senhor é capaz de recolocar este galho na árvore da qual o arrancou."
O jovem guerreiro entre gargalhadas, chamou-o de louco, respondendo-lhe que todos sabiam que era impossível colocar o galho cortado na árvore outra vez.
O ancião sorriu e lhe disse: "louco é o senhor, que pensa ter poder só porque destrói as coisas e mata as pessoas que encontra pela frente. Quem só sabe destruir e matar não tem poder. Poder tem aquele que sabe juntar, que sabe unir o que foi separado, que faz reviver o que parece morto. Poder tem aquele que produz, que cria, que mantém. Essa pessoa, sim, tem o verdadeiro poder."
Muitos são os que acreditam deter o poder porque atemorizam os demais, ou porque conseguem destruir o que encontram pela frente.
Acreditam-se poderosos porque são capazes de derrubar pessoas, destruir grandes obras e silenciar vozes.
Mas isso é um grande engano.
O verdadeiro poder não reside em arrasar existências e fazer cair por terra o trabalho dos outros.
Não se prova ter poder por meio da força bruta ou através de gritos e ameaças.
Isso demonstra, tão somente, grave desequilíbrio.
Desfazer o que outros produziram ou tentar abalar edificações morais, tão duramente estabelecidas, em nada auxiliarão o nosso próprio desenvolvimento.
Tantos são os que agem assim, crendo-se poderosos, iludindo-se e distribuindo dores ao longo de suas pegadas.
Por outro lado, tão poucos ainda são capazes de edificar, de construir, ou, ainda, de reerguer o que foi destruído.
Tão poucos se dispõem a persistir, a resistir diante dos vendavais das dificuldades. Estes, sim, possuem um poder realmente significativo.
Há muito a ser reconstruído.
Há muito mais, ainda, a ser feito.
Tantos caminhos aguardam para serem trilhados.
Há tantas tarefas a serem concluídas.
Há pontes de compreensão a serem construídas para superar os despenhadeiros da intolerância.
Há abrigos de solidariedade e de consolo a serem edificados para refugiar aqueles que sofrem.
O poder verdadeiro é o daquele que cria, que mantém, que reconstrói, não apenas um dia, mas todo momento, por toda uma vida.
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Equipe de Redação do Momento Espírita
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Postado por Luiz Felipe às 20:55 1 comentários
RESISTE À TENTAÇÃO
"Bem-aventurado o homem que sofre a tentação". - (Tiago, 1:12).
Enquanto nosso barco espiritual navega nas águas da inferioridade, não podemos aguardar isenção de ásperos conflitos interiores. Mormente na esfera carnal, toda vez que empreendemos a melhoria da alma, utilizando os trabalhos e obstáculos do mundo, devemos esperar a multiplicação das dificuldades que se nos deparam, em pleno caminho do conhecimento iluminativo.
Contra o nosso anseio de claridade, temos milênios de sombra. Antepondo-se-nos à mais humilde aspiração de crescer no bem, vigoram os séculos em que nos comprazíamos no mal.
É por isto que, de permeio com as bênçãos do Alto, sobram na senda dos discípulos as tentações de todas os matizes.
Por vezes, o aprendiz acredita-se preparado a vencer os dragões da animalidade que lhe rondam as portas; todavia, quando menos espera, eis que as sugestões degradantes o espreitam de novo, compelindo-o a porfiada batalha.
Claro, portanto, que nem mesmo a sepultura nos exonera dos atritos com as trevas, cujas raízes se nos alastram na própria organização espiritual. Só a morte da imperfeição em nós livrar-nos-á delas.
Haja, pois, tolerância construtiva em derredor da caminhada humana, porque as insinuações malignas nos cercarão em toda parte, enquanto nos demoramos na realização parcial do bem.
Somente alcançaremos libertação, quando atingirmos plena luz.
Entendendo a transcendência do assunto, o apóstolo proclama bem-aventurado aquele "que sofre a tentação". Impossível, por agora, qualquer referência ao triunfo absoluto, porque vivemos ainda muito distantes da condição Angélica; entretanto, bem-aventurados seremos se bem sofremos esse gênero de lutas, controlando os impulsos do sentimento menos aprimorado e aperfeiçoando-o, pouco a pouco, à custa do esforço próprio, a fim de que não nos entreguemos inermes às sugestões inferiores que procuram converter-nos em vivos instrumentos do mal.
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EMMANUEL & CHICO XAVIER
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Postado por Luiz Felipe às 20:45 0 comentários
UM MANÁ DIÁRIO
E, quando o orvalho descia de noite sobre o arraial, sobre ele descia também o maná" (Números 11:9).
Ben Jochai estava ensinando a um grupo de alunos sobre o milagre do maná quando Israel estava caminhando do Egito até a terra prometida. Um dos alunos perguntou: "Por que o Senhor Deus não fornecia a Israel uma quantidade de maná suficiente para durar o ano inteiro?"
O professor disse: "Eu lhe responderei com uma parábola. Certa vez um homem rico prometeu a seu filho uma mesada anual. Todo ano, no mesmo dia, ele daria ao filho todo o valor. Depois de um certo tempo, o pai só via o filho no dia em que este vinha pegar sua mesada. Então o pai mudou seu plano e só dava ao filho o suficiente para um dia. Este retornaria no dia seguinte para buscar novamente sua mesada. Daquele dia em diante o pai via seu filho todos os dias".
Esta é a maneira como Deus lidava com Israel. Esta é a maneira como Ele lida conosco.
Com que frequência temos buscado o nosso Pai celestial? Quantas vezes temos ido à Sua presença?Apenas lembramos do Senhor quando estamos necessitando de algo ou, como filhos que amam ao Pai, temos estado com Ele em todos os momentos.
Deus tem bênçãos para nós todos os dias, todas as horas, todos os minutos. Ele está sempre pronto a nos dar a verdadeira alegria e o Seu amor é inigualável. Nele nos sentimos protegidos, temos a confiança na realização de cada sonho e, em todas as batalhas, somos mais do que vencedores.
Se nos sentimos fracos, ele tem o maná da Sua força. Se nos sentimos fracassados, Ele tem o maná do sucesso. Se parece que estamos em um deserto, Ele manda o maná do Céu para nosso refrigério.
Cada dia o Senhor tem preparado um maná especial para a nossa felicidade.
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PAULO BARBOSA
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Postado por Luiz Felipe às 20:39
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
A ÁRVORE PRECIOSA
Salientando o Senhor que a construção do Reino Divino seria obra de união fraternal entre todos os homens de boa-vontade, o velho Zebedeu, que amava profundamente os apólogos do Cristo, pediu-lhe alguma narrativa simbólica, através da qual a compreensão se fizesse mais clara entre todos.
Jesus, benévolo como sempre, sorriu e contou:
— Viviam os homens em permanentes conflitos, acompanhados de miséria, perturbação e sofrimento, quando o Pai compadecido lhes enviou um mensageiro, portador de sublimes sementes da Árvore da Felicidade e da Paz. Desceu o anjo com o régio presente e, congregando- os homens para a entrega festiva, explicou-lhes que o vegetal glorioso produziria flores de luz e frutos de ouro, no futuro, apagando todas as dissensões, mas reclamava cuidados especiais para fortalecer-se. Em germinando, era imprescindível a colaboração de todos, nos cuida- dos excepcionais do amor e da vigilância.
As sementes requeriam terra conveniente, aperfeiçoado sistema de irrigação, determina- da classe de adubo, proteção incessante contra insetos daninhos e providências diversas, nos tempos laboriosos do início; a planta, contudo, era tão preciosa em si mesma que bastaria um exemplar vitorioso para que a paz e a felicidade se derramassem, benditas, sobre a comunidade em geral. Seus ramos abrigariam a todos, seu perfume envolveria a Terra em branda harmonia e seus frutos, usados pelas criaturas, garantiriam o bem-estar do mundo inteiro.
Finda a promessa e depois de confiadas ao povo as sementes milagrosas, cada circuns tante se retirou para o domicílio próprio, sonhando possuir, egoisticamente, a árvore das flores de luz e dos frutos de ouro. Cada qual pretendia a preciosidade para si, em caráter de exclusividade. Para isso, cerraram-se, apaixonadamente, nas terras que dominavam, experimentando a sementeira e suspirando pela posse pessoal e absoluta de semelhante tesouro, simplesmente por vaidade do coração.
A árvore, todavia, a fim de viver, reclamava concurso fraterno total, e os atritos ruinosos continuaram.
As sementes, pela natureza divina que as caracterizava, não se perderam; entretanto, se alguns cultivadores possuíam água, não possuíam adubo e os que retinham o adubo não dispunham de água farta. Quem detinha recursos para defender-se contra os vermes, não encontrava acesso à gleba conveniente e quem se havia apoderado do melhor solo não contava com possibilidades de vigilância. E tanto os senhores provisórios da água e do adubo, da terra e dos elementos defensivos, quanto os demais candidatos à posse da riqueza celeste, passaram a lutar, em desequilíbrio pleno, exterminando-se reciprocamente.
O Mestre fez longo intervalo na curiosa narrativa e acrescentou:
— Este é o símbolo da guerra improfícua dos homens em derredor da felicidade. Os ta- lentos do Pai foram concedidos aos filhos, indistintamente, para que aprendam a desfrutar os dons eternos, com entendimento e harmonia. Uns possuem a inteligência, outros a reflexão; uns guardam o ouro da terra, outros o conhecimento sublime; alguns retêm a autoridade, outros a experiência; todavia, cada um procura vencer sozinho, não para disseminar o bem com todos, através do heroísmo na virtude, mas para humilhar os que seguem à retaguarda.
E fitando Zebedeu, de modo significativo, finalizou:
— Quando a verdadeira união se fizer espontânea, entre todos os homens no caminho redentor do trabalho santificante do bem natural, então o Reino do Céu resplandecerá na Terra, à maneira da árvore divina das flores de luz e dos frutos de ouro.
O velho galileu sorriu, satisfeito, e nada mais perguntou.
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NEIO LÚCIO & CHICO XAVIER
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Postado por Luiz Felipe às 23:48 0 comentários
UM DIA...
Um dia, os homens vão perceber...
Eles vão perceber que o mundo só está desse jeito,
por causa da busca pela perfeição...
Busca que causa guerras, disputas e mortes...
Busca de pessoas sem sorte...
Mas, um dia, os homens vão perceber...
Perceber que um mundo perfeito seria sem graça...
Que pessoas perfeitas seriam desnecessárias...
Por que se tudo fosse perfeito a ESPERANÇA deixaria de existir...
Por isso, um dia, os homens vão entender...
Entender que Deus é o único perfeito, pois criou tudo e sabe tudo...
E que se nós fossemos perfeitos e soubéssemos tudo...
Qual seria a graça de viver...
Com certeza, um dia os homens têm que entender...
Que se todos fossem perfeitos, não precisariam mais um dos outros...
Não teriam mais o que esperar da vida...
Não teriam vontade de viver...
E então, um dia, os homens vão querer...
Deixar de lado a busca pela perfeição humana,
sem deixar a busca pelo conhecimento...
Para, a partir deste dia, todos começarem a viver como irmãos...
Assim, um dia, os homens vão descobrir...
Descobrir que é a esperança que move o mundo...
Que a AMIZADE impulsiona as pessoas...
E que a perfeição serve apenas para Deus...
Que nos deu sua esperança, pois não precisa dela,
já que Ele sabe tudo...
E que apesar de não precisar de ninguém,
quer a nossa AMIZADE e o nosso AMOR...
E então um dia, o homens vão querer...
Querer viver como eternos amigos, com suas qualidades e defeitos,
para sempre aprender e ensinar com seu atos...
Viver como ETERNOS e VERDADEIROS IRMÃOS,
pois estes sabem o significado de uma verdadeira amizade...
E, um dia, os homens, as mulheres e todos os seres viventes
vão ter a PAZ que tanto buscam...
Uma paz que não vem da perfeição humana,
mas sim do AMOR DIVINO, o qual deve
existir entre pais e filhos, entre os amigos e entre os irmãos...
E nesse dia todas as pessoas vão se abraçar sem nenhum tipo de distinção,
sabendo o verdadeiro valor da AMIZADE,
a verdadeira importância da ESPERANÇA
e o verdadeiro significado da frase:
"EU TE AMO"
Um dia, os homens vão perceber...
Um dia, os homens vão entender...
Um dia, os homens vão descobrir...
Um dia, os homens vão querer...
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Fernando Patini Szmyhiel
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Postado por Luiz Felipe às 23:37
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
CAMPANHA DA GENTILEZA
O executivo estava na capital e entrou em um táxi com um amigo.
Quando chegaram ao destino, o amigo disse ao taxista:
Agradeço pela corrida. O senhor dirige muito bem.
E, ante o espanto do motorista, continuou:
Fiquei impressionado em observar como o senhor manteve a calma no meio do trânsito difícil.
O profissional olhou, um tanto incrédulo, e foi embora.
O executivo perguntou ao amigo por que ele dissera aquilo.
Muito simples – explicou ele. Estou tentando trazer o amor de volta a esta cidade e iniciei com uma campanha da gentileza.
Você sozinho? – Disse o outro.
Eu, sozinho, não. Conto que muitos se sintam motivados a participar da minha campanha.
Tenho certeza de que o taxista ganhou o dia com o que eu disse.
Imagine agora que ele faça vinte corridas hoje. Vai ser gentil com todas as 20 pessoas que conduzir, porque alguém foi gentil com ele.
Por sua vez, cada uma daquelas pessoas será gentil com seus empregados, com os garçons, com os vendedores, com sua família.
Sem muito esforço, posso calcular que a gentileza pode se espalhar pelo menos em mil pessoas, num dia.
O executivo não conseguia entender muito bem a questão do contágio que o amigo lhe explicava.
Mas, você vai depender de um taxista!
Não só de um taxista, respondeu o otimista. Como não tenho certeza de que o método seja infalível, tenho de fazer a mesma coisa com todas as pessoas que eu contatar hoje.
Se eu conseguir que, ao menos, três delas fiquem felizes com o que eu lhes disser, indiretamente vou conseguir influenciar as atitudes de um sem número de outras.
O executivo não estava acreditando naquele método. Afinal, podia ser que não funcionasse, que não desse certo, que a pessoa não se sensibilizasse com as palavras gentis.
Não tem importância, foi a resposta pronta do entusiasta. Para mim, não custou nada ser gentil.
Você já pensou como seria bom se agradecêssemos ao carteiro por nos trazer a correspondência em nossa residência?
Ao médico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...
E a um professor, então? Quantos se mostram desestimulados porque ninguém lhes reconhece o trabalho!
Se receber um elogio, se alguém lhe disser como é bom o trabalho que está realizando com seu filho, como ele influenciará todos os alunos das várias classes em que leciona!
E cada aluno levará a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.
Pode não ser fácil, mas se pudermos recrutar alguém para a nossa campanha da gentileza...
Diz um provérbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que não podem fazer, não deviam interromper aquelas que estão fazendo alguma coisa.
Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.
Pode não dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas também pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.
Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar alguém. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.
Assim estaremos espalhando o germe da gentileza, que torna as pessoas mais próximas umas das outras.
Uma campanha que espalha confiança, tranquilidade...
Pensemos nisso e façamos nossa adesão à campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num oásis de paz.
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Redação do Momento Espírita
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Postado por Luiz Felipe às 23:57 1 comentários
PRECIOSIDADE
Por te considerar uma pessoa preciosa,
Mando-te esta mensagem.
Que os bons ventos te guiem, em todos os tempos, e sob todas as condições.
Que nenhum temor imaginário perturbe a tua serenidade.
Que nenhum contratempo abale a tua tranqüilidade.
Que você saiba aproveitar todas as oportunidades que a vida
oferece.
Que você encontre o Amor sempre de portas abertas.
Que você consiga conviver em harmonia com o teu semelhante.
E, também, com aquele que não te é tão semelhante assim.
Que você encontre alegria nas pequenas coisas da vida.
Seja uma boa leitura, um caminhar numa manhã de domingo, ou
qualquer outra atividade.
Que, nas horas difíceis, você disponha de um cantinho de paz e sossego, onde possa descansar e recompor as tuas forças.
Que em todos os tempos o Senhor te carregue na palma
de Sua mão, e te abrigue longe do medo e do erro, guiando os teus passos no caminho que conduz à felicidade.
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DESCONHEÇO AUTORIA
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Postado por Luiz Felipe às 23:54 0 comentários
CUIDADO
[Jesus disse:]" estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me." .( Mateus 25.36)
Minha amiga Julie estava sofrendo de uma estranha doença crônica que a obrigava a tomar proteína líquida e medicamentos para dor.
Quando seu peso caiu para menos de 45 quilos, nossas conversas passaram a girar quase sempre em torno dos seus sintomas e de minhas sugestões:
"Talvez você devesse tentar isto, ou aquilo, ou aquilo outro..."
Após algum tempo, eu já não tinha mais nada a dizer; já não conseguia orar. Julie não estava curada nem estava melhorando. Eu queria evitá-la, porque não conseguia encontrar um remédio para sua doença.
Então, um dia, ao ler sobre o rei que disse: "estava [...] enfermo, e me visitastes", vi com novos olhos o que o Senhor esperava de mim.
O rei não disse: "Eu estava enfermo e tu me curaste" nem "Eu estava enfermo e tu me deste todas as respostas certas para resolver o problema". O rei disse: "Tu foste me visitar."
Quão maravilhosamente simples! Eu me dei conta de que o que minha amiga precisava era do meu cuidado.
Ao cuidar dos que estão doentes, oferecendo-lhes o nosso tempo, não as nossas soluções, nós tocamos o coração de Deus.
Servir aos doentes não tem a ver com nossa capacidade de solucionar problemas ou dar conselhos. Tem a ver com fazê-los perceber que não estão sós.
Tem a ver com mostrar que Deus Se preocupa com eles, e nós também.
: Ó Deus, ajuda-nos a dar do nosso tempo àqueles que precisam de nós. Abre nossos olhos para percebermos suas reais necessidades.
Em nome de Jesus. Amém.
Deus nos pede para estarmos presentes, não para curarmos.
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Leslie J. Wyatt (Missouri, EUA)
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
IDÉIAS PRÉ-CONCEBIDAS
“A esse respeito é ainda muito interessante a parábola oriental da xícara cheia: conta-se que um
discípulo foi visitar o seu mestre e lá se distendeu a revelar o quanto
já sabia de tudo, exibindo seus altos conhecimentos na intenção
de mostrar que já havia aprendido o bastante.
Enquanto isso o sábio enchia a
sua xícara sem parar, até que o estudante, incomodado, interrompeu
o seu discurso, interrogando o motivo da estranha atitude, pois que o chá já
se derramava abundantemente sobre a mesa.
O mestre então lhe devolveu a sábia lição: - assim está a sua mente,
filho, ela transborda conhecimentos e desse modo nada mais lhe será possível aprender.
É preciso urgentemente esvaziá-la.
Eis que, na atualidade, estamos como as xícaras cheias da parábola
oriental, pois orgulhosamente exibimos nossos fantásticos conhecimentos como
se tudo já soubéssemos, esquecidos da famosa recomendação de Sócrates ao nos alertar que o homem inteligente é aquele que sabe que nada sabe, e da
sabedoria de Confúcio, quem nos afiançou que o ignorante é aquele que é
incapaz de mudar de idéia.
Por isso precisamos de que novos paradoxos nos esvaziem a mente, revelando os
pontos fracos de nossa pretensa sabedoria.
O intelecto, assim como o estômago, carece de evacuar-se, permitindo que um
novo aguçar do apetite nos estimule a busca por mais alimentos, permitindo-nos
o crescimento e a subsistência.
E, somente ao se evidenciar a incoerência do conhecimento, a razão pode denotar a sua avidez, predispondo-nos, assim, à procura de novos sabores que nos
satisfaçam o apetite psíquico.
Por isso, ai daquele que se encontra saciado de saber, sua “xícara” transbordante de
dogmas jamais lhe permitirá degustar os novos “petiscos” que a vida permanentemente nos oferta a fim de nos nutrir com a verdade.”
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Gilson Freire
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Postado por Luiz Felipe às 23:50
MESMO QUE LÁGRIMAS CAIAM
Amigos, é até engraçado como a vida nos chacoalha de um lado para o outro, testando de forma profunda nossos valores de persistência nos caminhos da vida.
A vitória não vem de forma fácil – as vitórias reais e não ilusórias do mundo -, e nem poderia ser diferente. Tudo o que se solidifica demanda tempo, insistência e humildade para aprender e se fortalecer.
Como ocorre com o bambu, que passa anos aprofundando suas raízes, para depois iniciar seu crescimento visível e chegar a vários metros de altura, desafiando a credulidade das pessoas, que indagam como planta tão fina e aparentemente frágil consegue atingir tais comprimentos e resistir às ventanias e intempéries.
A mesma solução dada pela Natureza ao bambu nos é igualmente fornecida para superarmos os obstáculos da vida. Lancemos raízes profundas da fé, da esperança, da confiança em Deus, da convicção na justiça que vigora na vida – mesmo que não visível de imediato -, do amor à esta mesma vida e ao próximo, da alegria em existir, da perseverança, da persistência, até mesmo da “teimosia” em prosseguir perseguindo nossos objetivos nobres...
Recordo-me de uma frase que ouvi em um filme, que grafei em minha agenda, para que eu a rememore diariamente: “Jamais desista, soldado!” Acrescento algo mais a ela: Jamais desistamos, soldados que somos da vida e de Deus!
Jamais desistamos, mesmo que lágrimas caiam e o espinho da angústia nos fira o coração...
Afinal, os que acreditam sinceramente em si mesmos e no Criador, sempre sagram-se vencedores!
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Joamar Zanolini Nazareth
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Postado por Luiz Felipe às 23:35 0 comentários
AMOR SEM PALAVRAS
"De caminho para Jerusalém, passava Jesus pelo meio de Samaria e da Galiléia". .( Lucas 17.11)
Vivo longe do meu país e em meio a culturas desconhecidas há vários anos. Na situação em que me encontro hoje, sem conhecer bem o idioma de onde estou, não posso partilhar minha fé verbalmente.
Por isso, sinto-me tentado a me isolar, especialmente quando ando de metrô.
Recentemente, vi uma senhora carregando uma grande mala. Senti o impulso de ajudá-la, mas tive medo de que ela compreendesse mal minhas intenções. Eu não sabia suficientemente a sua língua para oferecer ajuda.
Se ela achasse que eu era um ladrão e começasse a gritar, eu não teria como explicar.
Por isso, não fiz nada.
Penso em Jesus, quando Ele viajou para Jerusalém passando por vários lugares desconhecidos. Ele tinha muitas razões para Se preocupar com o que O aguardava, mas era sensível às necessidades das pessoas que encontrava e parava para atendê-las.
O exemplo de Jesus me encoraja a não me isolar. É possível me comunicar com minhas limitadas habilidades. As palavras talvez nem sejam necessárias. Na realidade, as pessoas que encontro podem precisar de minhas ações de fé mais do que de minhas palavras sobre a fé. Podem precisar mais de minhas ações de amor do que de palavras sobre o amor.
: Senhor Jesus, ajuda-nos hoje a superar nossas limitações e barreiras, de modo a podermos partilhar e servir onde quer que estejamos. Em Teu nome. Amém.
Busque meios de transformar os obstáculos em oportunidades.
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Hans Växby (Moscou, Rússia)
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Postado por Luiz Felipe às 23:12 0 comentários
SALVAR É EDUCAR
Jesus é Mestre, e como tal veio ao mundo salvar a Humanidade promovendo a Educação do espírito do homem.
Imaginar-se a obra da salvação, separada da obra da educação, é utopia dogmática incompatível com a época presente. Ser cristão não é uma questão de modo de crer: é uma questão de caráter.Não é o batismo, nem afiliação a qualquer igreja que faz o cristão; é o caráter íntegro, firme e consolidado através de longo trabalho de auto-educação.
Vós sois o sal da terra, disse Jesus aos seus discípulos....
O característico inconfundível do sal é ser elemento incorruptível e preservador da corrupção.
A sociedade contemporânea necessita duma força purificadora que a levante da degradação e do caos em que se encontra..
Essa força há de atuar de dentro para fora, do interior para o exterior, afinando os sentimentos, despertando a razão e a consciência dos homens.
Uma verdadeira ressurreição espiritual: eis de que a Humanidade ora necessita.
Tudo o mais são paliativos, são quimeras que jamais resolverão os graves problemas do momento atual.
O Cristianismo puro, tal como Jesus pregou e exemplificou, é a força, é o fermento que há de reformar a sociedade, agindo nos corações e nos lares.
É do coração renovado, é do lar convertido em templo de luz e de amor que surgirá a aurora de uma nova vida para a Humanidade.
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Pedro de Camargo
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Postado por Luiz Felipe às 00:04
terça-feira, 4 de novembro de 2008
CICLOS DA VIDA
" Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu." •( Eclesiastes 3.1)
No jardim da frente de casa, há uma linda árvore. Durante a primavera e o verão, ela oferece uma sombra muito agradável. No outono, sua beleza surge em cores vivas.
No entanto, ao mesmo tempo em que ganham um colorido especial, as folhas também caem ao chão.
Nas manhãs de outono, retiro as folhas caídas, mas à tarde o jardim já está coberto delas novamente. Então, durante o inverno, a árvore enfrenta o clima rigoroso.
Na primavera, vem novo crescimento, e o ciclo recomeça.
Nossas vidas enfrentam ciclos, assim como a árvore.
O Espírito de Deus nos ajuda a crescer e amadurecer.
Deus usa as provações da vida para nos fazer mais sábios e completos.
Em nossos "outonos", Ele recolhe os pedaços de nossas vidas fragmentadas e cria algo belo. No "inverno", Deus nos dá força para enfrentar mesmo as circunstâncias mais duras da vida. E, na "primavera", Ele sopra nova vida em nós.
Deus está conosco durante os ciclos de nossa vida, para nos prover um refúgio diante das provações e nos dar as condições para fazer o melhor. E, cada vez que caímos, Ele está lá para nos levantar, redirecionar nossa vida e nos fortalecer para enfrentar os desafios.
: Ó Senhor, enche-nos do Teu Espírito para que possamos sentir a Tua presença em todas as estações de nossa vida. Em nome de Jesus. Amém.
Deus nos fortalece em todas as estações de nossa vida.
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James L. Chappell (Kentucky, EUA)
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Postado por Luiz Felipe às 23:57 0 comentários
COM ARDENTE AMOR
"Mas, sobretudo, tende ardente caridade uns para com os outros." - Pedro. (I PEDRO, 4 : 8.)
Não basta a virtude apregoada em favor do estabelecimento do Reino Divino entre as criaturas.
Problema excessivamente debatido - solução mais demorada...
Ouçamos, individualmente, o aviso apostólico e enchamo-nos de ardente caridade, uns para com os outros.
Bem falar, ensinar com acerto e crer sinceramente são frases primárias do serviço, imprescindível trabalhar, fazer e sentir com o Cristo.
Fraternidade simplesmente aconselhada a outrem constrói fachadas brilhantes que a experiência pode consumir num minuto.
Urge alcançarmos a substância, a essência...
Sejamos compreensivos para com os ignorantes, vigilantes para com os transviados na maldade e nas trevas, pacientes para com os enfermiços, serenos para com os irritados e, sobretudo, manifestemos a bondade para com todos aqueles que o Mestre nos confiou para os ensinamentos de cada dia.
Raciocínio pronto, habilitado a agir com desenvoltura na Terra, pode constituir patrimônio valioso; entretanto, se lhe falta coração para sentir os problemas, conduzí-los e resolvê-los, no bem comum, é suscetível de converter-se facilmente em máquina de calcular.
Não nos detenhamos na piedade teórica.
Busquemos o amor fraterno, espontâneo, ardente e puro.
A caridade celeste não somente espalha benefícios, irradia também a divina luz.
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EMMANUEL & CHICO XAVIER
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Postado por Luiz Felipe às 23:42 1 comentários
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
DEFICIÊNCIAS

Já andei por tantos caminhos e já vivi tantas coisas, que hoje vejo que o preconceito e discriminação estão em cada um de nós, e cabe a nós quebrá-los para que possamos viver numa sociedade mais justa e humana.
Hoje posso afirmar que:
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E "Miserável" somos todos que não conseguimos falar com Deus.
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Renata Vilela
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O FILHO QUE FICOU EM CASA
O ensino mediante parábolas foi um precioso recurso utilizado por Jesus em Seu ministério de amor.
Essas pequenas histórias contêm profundos ensinamentos que o leitor ou o ouvinte gradualmente percebe.
Os séculos passam, mas as grandes lições não envelhecem, pois retratam a eterna luta da alma humana para libertar-se do primarismo evolutivo.
A Parábola do Filho Pródigo é uma dessas belas lições.
Como toda parábola, ela comporta diversas leituras, sempre ricas de ensinamentos.
O enfoque pode ser na generosidade do pai, sempre disposto a acolher com alegria o filho que se perdera.
Ou nas dores que o desfrutar das paixões provoca.
Mas um ponto interessante para reflexão reside no comportamento do filho que ficou em casa.
Em um primeiro momento, ele parece mais equilibrado do que o seu irmão.
Satisfeito com a disciplina da casa paterna, não se entusiasma com a perspectiva de festas e desfrutes.
Enquanto o denominado filho pródigo ganha o mundo, ele permanece vivendo de forma equilibrada.
Entretanto, esse equilíbrio é colocado à prova quando seu irmão retorna, sofrido e humilhado.
Então, em vez de se alegrar com o retorno do companheiro de folguedos infantis, ele se indigna.
Recusa-se a entrar em casa e a participar da festa.
Instado pelo pai a retificar o comportamento, dá mostras de rancor ao falar de sua prolongada obediência, a seu ver sem recompensas.
O filho que ficou em casa representa uma parcela muito significativa da Humanidade.
Trata-se das pessoas bastante focadas em viver sem escândalos, mas também sem generosidade.
Elas se esmeram em cumprir regras, em fazer o que parece correto, em termos pessoais ou sociais.
Contudo, o seu viver não tem bondade.
Porque conseguem domar algumas paixões, criticam asperamente quem a elas sucumbe.
Muitas chegam a desejar a dor e a desgraça para aquele que comete pequenos deslizes ou se permite viver de forma desregrada.
Essas pessoas, em sua severidade, não entendem o essencial das leis divinas.
Essas leis não existem para cercear todos os passos das criaturas.
Elas são um roteiro de liberdade e felicidade.
Uma vida digna e profícua é resultado da internalização dos códigos divinos.
Mas essa internalização é incompatível com um coração rancoroso e ressequido.
É preciso bondade e leveza para uma correta compreensão da Lei de Amor que rege os mundos.
Embora com necessidade de experiências diversas, todos os homens são irmãos e se assemelham, em sua essência.
Para viver em paz, urge identificar-se com o próximo e ser feliz com a felicidade dele.
A vida trata de providenciar as reparações e as lições necessárias.
O papel dos homens consiste no auxílio mútuo e na vivência da fraternidade.
Pense nisso.
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Redação do Momento Espírita
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Postado por Luiz Felipe às 22:02 0 comentários
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
AS APARÊNCIAS ENGANAM
Num orfanato, igual a tantos outros que enxameiam por toda parte, havia uma pobre órfã, de oito anos de idade.
Era uma criança lamentavelmente sem encantos, de maneiras desagradáveis, evitada pelas outras, e francamente malquista pelos professores.
Por essa razão, a pobrezinha vivia no maior isolamento. Ninguém para brincar, ninguém para conversar...
Sem carinho, sem afeto, sem esperança... Sua única companheira era a solidão.
O diretor do orfanato aguardava ansioso uma desculpa legítima para livrar-se dela.
E um dia apresentou-se, aparentemente, uma boa desculpa. A companheira de quarto da menina informou que ela estava mantendo correspondência com alguém de fora do orfanato, o que era terminantemente proibido.
- Agora mesmo, disse a informante, ela escondeu um papel numa árvore.
O diretor e seu assistente mal puderam esconder a satisfação que a denúncia lhes causara.
Vamos tirar isso a limpo agora mesmo, disse o superior.
E, somando-se ao assistente, pediu para que a testemunha do delito os acompanhasse a fim de lhes mostrar a prova do crime.
Dirigiram-se os três, a passos rápidos, em direção à árvore na qual estava colocada a mensagem.
De fato, lá estava um papel delicadamente colocado entre os ramos.
O diretor desdobrou, ansioso, o bilhete, esperando encontrar ali a prova de que necessitava para livrar-se daquela criança tão desagradável aos seus olhos.
Todavia, para seu desapontamento e remorso, no pedaço de papel um tanto amassado, pôde ler a seguinte mensagem:
"A qualquer pessoa que encontrar este papel: eu gosto de você."
Os três investigadores ficaram tão decepcionados quanto surpresos com o que leram.
Decepcionados porque perderam a oportunidade de livrar-se da menina indesejável, e surpresos porque perceberam que ela era menos má do que eles próprios.
Quantos de nós costumamos julgar as pessoas pelas aparências, embora saibamos que estas são enganadoras.
E o pior é que, se as aparências não nos agradam, marcamos a pessoa e nos prevenimos contra ela e suas atitudes.
Uma antiga e sábia oração dos índios Siuox, roga a Deus o auxílio para nunca julgar o próximo antes de ter andado sete dias com as suas sandálias.
Isto quer dizer que, antes de criticar, julgar e condenar uma pessoa, devemos nos colocar no seu lugar e entender os seus sentimentos mais profundos.
Aqueles que talvez ela queira esconder de si mesma, para proteger-se dos sofrimentos que a sua lembrança lhe causaria.
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MOMENTO DE REFLEXÃO
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Postado por Luiz Felipe às 22:39
MOMENTOS

Há momentos na vida que temos que abrir mão de tudo que fazia sentido, das nossas verdades e do que reputávamos como sendo os nossos valores. Constatamos que eles se tornaram inúteis ao nosso crescimento, já fazem parte do passado e a vida, não se detém olhando para trás, antes, caminha para a frente, em busca de novos acontecimentos.
Há momentos na vida que todas as vigas mestras que asseguravam a nossa sustentação vêm abaixo e a casa cai, independente da nossa tácita recusa ou inaceitação.
Há momentos na vida que ficamos sem saber para onde ir, que nada consegue nos alegrar, motivar ou seduzir e, em compasso de espera, vamos assistindo a fragmentação das nossas estruturas, agora transformadas em quimeras.
Nestes momentos ( que têm o peso de uma eternidade), nada nem ninguém pode fazer nada por nós ... estamos definitivamente vazios e sós, porque até a Natureza se cala e Deus perde a fala, indiferente ao nosso torpor.
Em meio à dor, esmiuçamos o que sobrou de nós, remexemos entre os escombros e descobrimos que algo ainda não morreu.
Tênue e frágil, lá está uma pequena centelha de esperança, aguardando uma virada do destino, que certamente nos surpreenderá com novas alegrias ... e com tantos outros desatinos.
Momentos ...
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Fátima Irene Pinto
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Postado por Luiz Felipe às 22:26 0 comentários















